Lula sanciona lei que equipara o crime de injúria racial ao de racismo
O que muda com a equiparação de injúria racial ao crime de racismo
Primeiro caso tipificado como racismo é registrado no Distrito Federal
Espaço destinado para registro e discussão dos das minhas redes da criação da pesquisa a partir do meu Pós-doc na UFRRJ (desde 05 de março de 2022), sob a supervisão da professora Edméa Santos. Aqui deixarei todas as minhas implicações, aprendizagens, descobertas, "andaimes", saberes, sabores e "os cacos" que juntarei no final de um período de itinerância de investigação, podendo continuar após esse momento.
Para atualizar meu texto sobre Cibercultura, estou tomando como referências básicas dois livros dos mais recentes de Lúcia Santaella: o Humanos hiper-híbridos: linguagens e cultura na segunda era da internet (2021) e o Neo-humano: a sétima revolução cogniitva do sapiens.
Em relação aos fenômenos, meu investimento está sendo no ativismo das ciberfeministas nas redes sociais e a luta antirracista.
Alguns links importantes:
Fui apresentada por Edméa Santos a Giovana Xavier e mais especificamente ao seu livro História Social da beleza negra, afirmando ela que este seria uma leitura importante para meu processo formativo. Comprei o livro e fiz uma leitura rápida em 2021. Hoje, indo e vindo na escrita da minha itinerância, texto que abre o texto final do meu pós-doc, lembrei do que li no livro e resolvi retomá-lo, assim como buscar outros artigos da pesquisadora. Dois momentos da minha história de vida me levam até os seus escritos, meu processo de transição capilar e a minha tristeza quando olho para fotos minhas participando de um desfile para uma loja de roupas femininas de uma amiga em 1995, em que vejo meu rosto totalmente branco, por uma maquilagem que deveria ser própria para pessoas de pele clara.
O que li e vi:
GRUPO INTELECTUAIS NEGRAS UFRJ: A INVENÇÃO DE UMA COMUNIDADECIENTÍFICA E SEUS DESAFIOS
"Vocês são valiosos para nós".
Discurso emocionante de Silvio Almeida pronunciado hoje na sua posse como Ministro dos Direitos Humanos.
Lula recebeu a faixa das mãos do povo!!! Quanta representatividade!!!! Que emoção!! Imagens que vão ficar na nossa memória.
Ao retomar a leitura do livro Lugar de Fala, Djamila Ribeiro, logo no primeiro capitulo nos aponta referências que são básicas para o entendimento sobre feminismo negro, com o foco histórico, no conceito, na importância do movimento feminista e sentido da sonoridade, criando uma rede de aprendizagens para meus estudos. Dentre eles, destaco os artigos/livros a seguir:
1 - Giovana Xavier - Feminismo: direitos autorais de uma prática linda e preta;
2- Lélia Gonzalez - Racismo e sexismo na cultura brasileira
3-bell hooks - Ensinando a transgredir
4- Linda Alcoof - Uma epistemologia para a próxima revolução
Uma das autoras citadas foi Giovana Xavier, que, além dela, através do seu artigo Feminismo: direitos autorais de uma prática linda e preta, me levou a 3 grandes nomes de autoras que escreveram sobre a importância da escrita de mulheres negras, assim como sobre o poder curativo da escrita para essas mulheres:
2- Conceição Evaristo
Escrevivências: a escrita de nós
“Para nós, negros, escrever e publicar é um ato político”
3- Djaimilia Pereira em Portugal