quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

Atualizando os fundamentos e práticas da Cibercultura

Para atualizar meu texto sobre Cibercultura, estou tomando como referências básicas dois livros dos mais recentes de Lúcia Santaella: o Humanos hiper-híbridos: linguagens e cultura na segunda era da internet (2021) e o Neo-humano: a sétima revolução cogniitva do sapiens. 

Em relação aos fenômenos, meu investimento está sendo no ativismo das ciberfeministas nas redes sociais e a luta antirracista.

Alguns links importantes:

1- Paulo Gustavo cede seu perfil no Instagram para Djamila Ribeiro: 'Entender o racismo no país é nossa responsabilidade política'



sábado, 7 de janeiro de 2023

Na minha itinerância, o cabelo e a pele: um encontro com Giovana Xavier

Fui apresentada por Edméa Santos a Giovana Xavier e mais especificamente ao seu livro História Social da beleza negra, afirmando ela que este seria uma leitura importante para meu processo formativo. Comprei o livro e fiz uma leitura rápida em 2021. Hoje, indo e vindo na escrita da minha itinerância, texto que abre o texto final do meu pós-doc, lembrei do que li no livro e resolvi retomá-lo, assim como buscar outros artigos da pesquisadora. Dois momentos da minha história de vida me levam até os seus escritos,  meu processo de transição capilar e a minha tristeza quando olho para fotos minhas participando de um desfile para uma loja de roupas femininas de uma amiga em 1995, em que vejo meu rosto totalmente branco, por uma maquilagem que deveria ser própria para pessoas de pele clara.

O que li e vi:

Domando os fios e civilizando os corpos: a construção da beleza afro-americanaem alguns jornais e revistas negros de Chicago no pós-abolição (1918-1922)

GRUPO INTELECTUAIS NEGRAS UFRJ: A INVENÇÃO DE UMA COMUNIDADECIENTÍFICA E SEUS DESAFIOS

Como me tornei #dotorainspiraçãoe o brinco de Ewá

domingo, 1 de janeiro de 2023

Posse de Lula


Lula recebeu a faixa das mãos do povo!!! Quanta representatividade!!!! Que emoção!! Imagens que vão ficar na nossa memória.

terça-feira, 27 de dezembro de 2022

A teoria e o diálogo com as noções subsunçoras: feminismo negro e escrevivências

Ao retomar a leitura do livro Lugar de Fala, Djamila Ribeiro, logo no primeiro capitulo nos aponta referências que são básicas para o entendimento sobre feminismo negro, com o foco histórico, no conceito, na importância do movimento feminista e sentido da sonoridade, criando uma rede de aprendizagens para meus estudos. Dentre eles, destaco os artigos/livros a seguir:

1 -  Giovana Xavier - Feminismo: direitos autorais de uma prática linda e preta;

2- Lélia Gonzalez - Racismo e sexismo na cultura brasileira 

3-bell hooks - Ensinando a transgredir

4- Linda Alcoof - Uma epistemologia para a próxima revolução

Uma das autoras citadas foi Giovana Xavier, que, além dela,  através do seu artigo Feminismo: direitos autorais de uma prática linda e preta,  me levou a 3 grandes nomes de autoras que escreveram sobre a importância da escrita de mulheres negras, assim como sobre o poder curativo da escrita para essas mulheres:

1- bell hooks nos EUA

2- Conceição Evaristo

    Conceição Evaristo no Brasil

    Escrevivências: a escrita de nós

   “Para nós, negros, escrever e publicar é um ato político”


3- Djaimilia Pereira em Portugal