segunda-feira, 28 de novembro de 2022

Flip - Paraty: alguns destaques


 


De 24 a 27/11 estivemos em Paraty para participar da festa Literária Internacional de Paraty - Flip. Foram dias de muitos aprendizados nas rodas de conversas, nos filmes e encontros (fazendo novos amigos, conhecendo presencialmente as que conhecemos virtualmente durante a pandemia). Uma oportunidade para conhecer mais sobre Maria Firmina dos Reis, a homenageada da festa e também Annie Ernaux, prêmio Nobel de Literatura.

Alguns destaques:

Mesa 14: Diamante Rubro

Relação sobre literatura e vida. Narrativas do cotidiano através do oficio literário.

Com Annie Ernaux e Veronica Stigger Mediação: Rita Palmeira Leitura de Maria Firmina: Tamara Klink

Mesa 15: Desterrando osusto

Duas autoras que apresentam suas publicações, sobre solidão, rupturas e travessias, em viagens pelo mar e pela terra. Escritas originárias de seus respectivos diários.

Autores: Nastassja Martin e Tamara Klink Mediação: Iara Biderman Leitura de Maria Firmina: Lázaro Ramos

Mesa 16: Palavra livre

Com diferentes linguages e belíssimas performances emergiram discussões sobre ancestralidades, autorias de mulheres negras. 

Autores: Alice Neto de Sousa, Midria e Lázaro Ramos Mediação: Anabela Mota Ribeiro

Leitura de Maria Firmina: Cida Pedrosa

Mesa 19: Encruzilhadas do Brasil

Narrativas sobre o Brasil através de contos. 

com Cidinha da Silva e Cristhiano Aguiar Mediação: Nanni Rios Leitura de Maria Firmina: Rita Segato

 

quinta-feira, 17 de novembro de 2022

De 12 a 15/11 - Participação no ESUD em São Paulo

Entre os dias 12 e 15/11, estive em São Paulo para participar do Congresso Superior de Educação a distância (ESUD). Dias de muitas aprendizagens, encontros, apresentações presenciais dos amigos virtuais que conheci durante a pandemia. Fiz registros com fotos no meu Instagram (clique no QR Code abaixo):




Mais informações sobre o evento no link abaixo:

https://ciet.ufscar.br/


quinta-feira, 20 de outubro de 2022

Aula da Disciplina da Pós - UFRRJ- Produção de conhecimento

Hoje a tarde foi dia de mais um encontro da disciplina Produção de conhecimento na contemporaneidade da Pós-graduação na UFRRJ, com a mediação da professora Edméa Santos. Como estou na Bahia, assisti a aula via webconferência. Nesse dia, a transmissão estava muito ruim, devido a qualidade da conexão da UFRRJ. 

Foram discutidos os capítulos 2 e 3 do livro A Pesquisa como heurísitca, ato de currículo e formação universitária de Roberto Sidnei, articulando-os com os capitulos 1 e 11 do livro O fim do Império cognitivo de Boaventiura Sousa Santos. Destaco momentos e pontos importantes que emergiram durante a aula

1- as características das metodologias pós-abissais, considerando os princípios da cibercultura, entre elas: a ecologia de saberes, a colaboração, a hipertextualidade e a interatividade;

2- As pesquisas pós-abissais para além das denúncias, das críticas, aciona as práticas dos praticantes, faz emergir a ecologia de saberes;

3- Edméa compartilhou com o grupo uma dinâmica realizada em uma aula de uma disciplina da graduação, para que os estudantes se apresentassem, utilizando um espelho, como artefato cultural como disparador, onde cada um deveria se expressar sobre a imagem que foi relfetida para ele ou ela. Técnica de escrita aberta utilizada no lugar de um questionário fechado. Convidou as pessoas presentes na aula para refletir sobre a dinâmica, comparando as possibilidades da técnica utilizada e um questionário fechado em relação a uma pesquisa qualitativa;

4- Após a conversa introdutória que levou a discussão sobre a importância da itinerância do pesquisador e a implicação com seu constructo de pesquisa, continuou com a discussão dos capitulos do livro de Roberto Sidnei, destacando alguns pontos: projeto como aventura pensada, a importância do título da pesquisa, etc.

Solicitou que os presentes destacassem o que foi mais forte para cada um, o que lhes tocou. A partir do que emergiu, Edméa pontua: a entrada no campo - a necessidade do planejamento (elaborar a narrativa de preparação, inserindo como, com quem...), narrando a experiência no diário de pesquisa, a exemplo do meu Jornal de Pesquisa; metodologia da escrita da tese não é quadro teórico. É a narrativa do que se viveu com a pesquisa, narrando o que deu certo, as errâncias, como, porquê, o que deu certo, a virada epistemológica, como os modos dos dispositivos da pesquisa transformou o pesquisador; o constructo conecta o sujeito com o objeto, a cultura, as pessoas; as palavras possuem política de sentido, agregamos valor epistemológico a elas; o pesquisador precisa apresentar a potencialidade da pesquisa, o que tem de lacuna, através da problemática; os achados da pesquisa deve ser apresentados um em cada capítulo e no último capítulo apresentar indicadores.

Para a próxima aula, que terá como tema A produção de dados em movimento, propôs a leitura do livro Caminhar na Educação: narrativas de aprendizagens, pesquisa e formação.

quarta-feira, 19 de outubro de 2022

Reunião no Colégio IMEAM -Itabuna

Fui convidada por Luciene, diretora do IMEAM, para uma conversa com a coordenadora pedagógica da escola Valéria e a professora Iolanda Costa de Artes, sobre o projeto que será desenvolvido em novembro, mês da consciência negra. Estive com elas hoje de manhã e compartilhei o que venho estudando, minhas referências, principalmente os livros de autoria das praticantes da minha pesquisa - Bárbara Carine Pinheiro, Edméa Santos e Alexandra Lima - e que poderia contribuir com as ações que elas estão pretendendo realizar.


quinta-feira, 13 de outubro de 2022

Disciplina Produção de conhecimento na contemporaneidade: Aula de hoje e encaminhamentos para a próxima

Hoje aconteceu mais um encontro da disciplina. No inicio da aula, fizemos uma roda de conversa sobre o perigo de uma história única e o lugar de fala, articulando com as pesquisas dos doutorandos. 

Em seguida, demos inicio ao estudo do livro A Pesquisa como heurística, ato de currículo e formação universitária de Roberto Sidnei Macedo, fazendo a leitura compartilhada do trecho da carta de Antonio Nóvoa destacado no referido livro, seguido de discussão. Depois, fizemos comentários sobre o prefácio. Em seguida, dividimos a turma em grupos, abrimos 4 salas no Zoom, para que os presentes discutissem entre si a introdução e os capítulos 1 e 2, sempre articulando as ideias do autor com suas respectivas pesquisas. Por fim, abrimos o grupão para socialização do que foi discutido nos pequenos grupos.

Indicamos a leitura dos capítulos 1 e 11 do livro O fim do império cognitivo de Boaventura Sousa Santos para discussão no dia 20/10, preencialmente na UFRRJ, com a mediação de Edméa. Para complementar os estudos, compartilhamos o link de videos deste autor.

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Disciplina Produção de conhecimento na contemporaneidade: Aula de hoje e encaminhamentos para a próxima

No nosso encontro de hoje foram compartilhados alguns (diários) jornais de pesquisa. Tivemos a oportunidade de refletir sobre planejamento e interfaces para publicação dos diários, junto com os elementos da rede da criação de pesquisadores e pesquisadoras que pode ser disponibilizada nesse dispositivo de pesquisa. Conversamos sobre recursos educacionais abertos, pensando nas imagens, audios e videos que fazem parte das nossas narrativas, além das possibilidades de licenciamento dos nossos diários através das licenças creative comonns, para usos de outros pesquisadores que teham interesse no tema, garantindo a nossa autoria.

Para a próxima aula, convidamos todos, todas e todes para um aprofundamento sobre as pesquisas e a produção do conhecimento. Nesse primeiro momento, estudaremos o livro A pesquisa como heurística, ato de currículo e formação universitária: experiências transingulares em ciências da educação, de Roberto Sidnei Macedo. Como ponto de partida, propomos a leitura dos textos iniciais (páginas 9-58). Propomos que os estudantes busquem dialogar com os textos,  se perguntando, entre outras questões:

  • O que aprendi, enquanto pesquisador/pesquisadora com as ideias dos autores? Qual a relação com a minha pesquisa?;
  • Quais foram as minhas inquietações diante do que li?;
  • O que gostaria de saber mais?
Pedimos que postem suas reflexões nos seus respectivos portfólios.

No dia 13/10, faremos uma roda de conversa sobre estes textos.